Uma Casa

Cheia de História(s)

Em Angeiras, a nossa terra.
Nesta pequena vila piscatória, no concelho de Matosinhos, de pequenos barcos e casinhas coloridas que é o nosso postal.

"Esta é uma casa centenária, das
primeiras deste bairro."

Contam-nos as pessoas mais velhas (em relatos apaixonados) que...

Há mais de 100 anos, se realizavam banhos termais de águas quentes de iodo nesta zona (as águas da Praia de Angeiras são, ainda hoje, conhecidas pela sua riqueza de iodo, derivado das quantidades de algas existentes a zona).

Relatam-nos os testemunhos de se verem mulheres a levar cântaros de água do mar para esta casa pois, no edifício da nossa torre, diz-se ter havido uma cisterna com fornalha onde a água era aquecida e a gravidade provocada pela altura da torre (3 pisos) ajudava na descida dessa água para as banheiras que se encontravam na atual “Barraquinha”, um restaurante ali mesmo ao lado e dos mesmos donos (nessa altura) da nossa casa.
Contam-nos também que a casa ao lado, serviu de hostel para estes tratamentos de iodo.

Nascidos e criados na Praia de Angeiras (e onde ainda hoje vivem, usufruindo da família e amizades de infância), Manuela Sousa e Marco Fonseca apaixonaram-se pelo edifício que viria a ser a Casa da Guripa

Cheios de ideias, sonhos e inspirações, adquiriram-no em 2014.
Deixaram o sonho marinar, sentindo que não era ainda o momento de lhe dar asas (até pelas atividades prodissionais que exerciam a tempo inteiro –  Manuela em Gestão de Marketing e Marco em Engenharia Mecânica). Ironia (ou teimosia?) do destino, meses mais tarde, um despedimento coletivo da multinacional onde trabalhava a Manuela há já vários anos dá o empurrão na direção certa.
É neste momento que a Casa da Guripa começa a ser “cozinhada”.
A fogo lento. Com a certeza que este teria de ser um sítio especial e alternativoàs ofertas que já existiam na Praia de Angeiras.
E é em Julho de 2015 que abrem as portas da sua Casa.
Da Casa da Guripa.

Aqui mesmo ao lado situa-se um posto outrora de vigia costeira onde, em tempos de nevoeiro, o vigilante na guarita acionava as sirenes. Os pescadores ouviam o sinal sonoro e voltavam a terra. No dialético local a “Guarita”, era chamada de “Guripa”.

A proximidade ao ponto de vigilância costeira, a Guarita, deu-lhe o nome próprio!

O Sonho de a ver renascer deu-lhe a alma! E o povo deu-lhe a alcunha: Casa da Guripa. E é assim que a gostamos de tratar!

Este é um sítio especial onde pode assistir em camarote ao pôr-do-sol, desfrutar de um final de dia relaxado, almoçar com a família, petiscar com os amigos depois de um dia de praia ou no meio de uma tarde cinzenta de inverno.

O sabor a peixe e mar predomina na ementa, no entanto, e para os dias em que o mar está “boliqueiro” as opções entram terra adentro para saciar o palato.

Há mar e mar, há ir e voltar!​

A proximidade ao ponto de vigilância costeira, a Guarita, deu-lhe o nome próprio!
O Sonho de a ver renascer deu-lhe a alma!
E o povo deu-lhe a alcunha: Casa da Guripa. E é assim que a gostamos de tratar!

Este é um sítio especial onde pode assistir em camarote ao pôr-do-sol, disfrutar de um final de dia relaxado, almoçar com a família, petiscar com os amigos depois de um dia de praia ou no meio de uma tarde cinzenta de inverno.
O sabor a peixe e mar predomina na ementa, no entanto, e para os dias em que o mar está “boliqueiro” as opções entram terra adentro para saciar o palato.

Há mar e mar, há ir e voltar!

A proximidade ao ponto de vigilância costeira, a Guarita, deu-lhe o nome próprio!
O Sonho de a ver renascer deu-lhe a alma!
E o povo deu-lhe a alcunha: Casa da Guripa. E é assim que a gostamos de tratar!

Este é um sítio especial onde pode assistir em camarote ao pôr-do-sol, disfrutar de um final de dia relaxado, almoçar com a família, petiscar com os amigos depois de um dia de praia ou no meio de uma tarde cinzenta de inverno.
O sabor a peixe e mar predomina na ementa, no entanto, e para os dias em que o mar está “boliqueiro” as opções entram terra adentro para saciar o palato.

Há mar e mar, há ir e voltar!